Dois desembargadores na disputa pela presidência do TJ Paraná

A eleição no TJ Paraná acontece em novembro, mas o clima já é de campanha pelos corredores e gabinetes atrás de votos

Uma recente articulação no Tribunal de Justiça do Paraná mexeu com o cenário da disputa pela presidência do órgão. A eleição acontece em novembro, mas o clima já é de campanha pelos corredores e gabinetes.

O desembargador Marcel Rotoli de Macedo decidiu concorrer ao comando do tribunal. Ele iria disputar o cargo de 1º vice-presidente, mas, na semana passada, foi convencido por algumas lideranças do TJ à concorrer à presidência.

Rotoli de Macedo, que é filho do ex-presidente do TJ, Celso Rotoli de Macedo, não só aceitou o desafio como já iniciou a peregrinação pelos gabinetes atrás dos votos dos colegas.

A entrada dele na disputa mexe bastante no tabuleiro eleitoral — até porque, apenas o desembargador Jucimar Novochadlo se colocava como candidato. Ele concorreu em 2024 contra a atual presidente do TJ, desembargadora Lídia Maejima.

Era, portanto, um candidato mais do que natural ao posto. Os desembargadores Ramon de Medeiros Nogueira e Marcus Vinícius de Lacerda Costa eram citados na bolsa de apostas para disputar a eleição. Talvez agora, revejam a situação eleitoral.

Lídia Maejima, que enfrenta na gestão a cruzada nacional contra o pagamento dos “penduricalhos”, ainda não acenou eleitoralmente.

Com a saída de Marcel Rotoli de Macedo da corrida pela 1ª vice-presidente, seguem no páreo os desembargadores Fábio Haick Dalla Vecchia, atual 2ª vice-presidente, Domingos Perfetto e Rogério Kanayama.