Mounir Chaowiche parece estar com prestígio elevado no Palácio Iguaçu. Ele ou o padrinho político, o ex-governador tucano Beto Richa.
Pouco mais de um mês depois de ser nomeado para um cargo na Casa Civil, após a exoneração na Fomento Paraná, por conta de uma briga com o diretor-presidente Cláudio Stabile, Mounir acaba de ser nomeado para o Conselho de Governança Digital e Segurança da Informação (CGD-SI).
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O cargo no “Conselhão” é disputado quase no tapa por causa do generoso jeton que oferece: R$ 8.800,00 em troca da participação de reuniões mensais. A nomeação de Mounir Chaowiche acabou sendo comentada pelos corredores de mármore do Palácio Iguaçu. “Esse chegou, subiu no ônibus e já sentou numa das melhores poltronas”, disse uma fonte palaciana.
O Diário Oficial 12.071, do último dia 22, traz o decreto que altera a resolução do CGD-SI número 6 acrescentendo o nome de Mounir Chaowiche ao colegiado — mais especificamente na Câmara Técnica de Inteligência Artificial.
O Conselho foi criado no fim de 2024 com o objetivo de “desenvolver e monitorar políticas e diretrizes estratégicas transversais relativas à governança de Tecnologia da Informação e Comunicação – TIC e à segurança da informação” no âmbito do processo de desestatização da Celepar (Companhia de Tecnologia da Informação e Comunicação do Paraná).
Aos integrantes do conselho cabem “coordenar e implementar políticas, diretrizes e normas que assegurem a adoção de boas práticas de governança de TIC e de segurança da informação, com a implantação da Estratégia de Governança Digital e Política de Dados do Paraná – EGD-DADOS/PR e a Política de Segurança da Informação em Meios Tecnológicos – POSITEC/PR do Governo do Estado do Paraná”.