TJ tranca investigação de “rachadinha” contra Tico Kuzma

Tico Kuzma diz ter absoluta convicção que os fatos narrados na denúncia são falsos e reafirma sua plena confiança na Justiça

Uma decisão liminar da desembargadora Priscilla Placha Sá, do Tribunal de Justiça do Paraná, trancou a investigação do Gaeco que investiga o presidente da Câmara Municipal de Curitiba, vereador Tico Kuzma (PSD).

Ele foi alvo de uma ação policial que apura uma suposta prática de “rachadinha” no gabinete de Tico Kuzma e também de um esquema de venda de cargos públicos na Prefeitura de Curitiba. Kuzma foi alvo da operação Prática Corrente deflagrada no dia 29 de junho pelo Gaeco.

Todos os atos desta investigação estão suspensos por ordem da magistrada. A decisão liminar, do dia 7 de julho, acatou ao pedido da defesa do presidente da Câmara de Curitiba — capitaneada pelo advogado Samuel Falavinha.

Como o caso está sob segredo de justiça, não há detalhes sobre os motivos pelos quais a desembargadora determinou o trancamento da investigação.

Num vídeo divulgado pelas redes sociais, Tico Kuzma afirmou que o TJ levou em conta que a investigação começou a partir de uma denúncia anônima e que, segundo o vereador, não foram confirmados pelas diligências realizadas pelo Gaeco.

Cita ainda que a desembargadora teria reconhecido a “ausência de provas mínimas necessárias para justificar medidas graves, como a quebra do sigilo bancário do vereador e outras providências adotadas no curso da investigação”.

Por fim, numa nota encaminhada à imprensa, Tico Kuzma diz ter “absoluta convicção, que os fatos narrados na denúncia são falsos e reafirma sua plena confiança de que a verdade será reconhecida pela Justiça”. E que, por respeito ao segredo de justiça, não fará outros comentários neste momento.

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