Palácio Iguaçu vai promover uma dança das cadeiras na Sanepar

O término do mandato de toda a atual diretoria executiva da estatal vai até 10 de junho de 2026, mas Ratinho preferiu fazer as mudanças

O Palácio Iguaçu deve anunciar muito em breve mudanças nas diretorias da Sanepar. O motivo da dança das cadeiras ainda não foi revelado, mas pode, futuramente, vir à tona. O discurso de oxigenação, de novos ares e de zona de conforto, porém, está longe de colar.

De acordo com uma boa fonte do Blog Politicamente, as mexidas vão alcançar pelo menos duas diretorias da estatal e uma adjunta. O Conselho de Controle de Empresas Estaduais (CCEE), órgão ligado à Casa Civil, já endereçou os ofícios com as alterações — agora a estatal vai convocar uma reunião do Conselho de Administração para aprovar as mudanças.

A tendência é que na Diretoria Administrativa saia Fernando Mauro Nascimento Guedes e entre Marcos Domakoski, que, desde julho deste ano, responde pela Diretoria Adjunta de Governança, Riscos e Compliance.

Domakoski assumiu o cargo quando o advogado Robson Augusto Pascoalini foi destituído para assumir a diretoria jurídica da Fomento Paraná, mas a indicação acabou sendo barrada pelo Banco Central.

Pascoalini, que tem excelente interlocução e proximidade com João Biral Junior, homem forte e discreto do governo, vai retornar à função na Sanepar pela mão do “padrinho”.

Mudança também na diretoria de Meio Ambiente e Ação Social: Julio Cesar Gonchorosky deve deixar a função e quem vai assumir é Fernando Mauro Nascimento Guedes, que, como dito anteriormente, vai deixar a diretoria administrativa.

De acordo com o artigo 3º do regimento interno da Sanepar, o mandato dos diretores é dois anos, permitidas, no máximo, três reconduções consecutivas. O término do mandato da atual diretoria executiva vai até 10 de junho de 2026. Mas, segue a fonte, diante de relatos que chegaram ao 3º e 4º andares do Palácio Iguaçu, o governador Ratinho Junior optou pela dança das cadeiras na estatal.

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