Federação Solidariedade/PRD acena para Moro, Curi e Guto

Um dos critérios que será usado para decidir que caminho tomar em 26 é a ajuda na formação de chapa. O foco é eleger federais para superar a cláusula de barreira

A cúpula da recém-formada federação Solidariedade/PRD passou por Curitiba e se reuniu tanto com o governador Ratinho Junior, no Palácio Iguaçu, quanto com o deputado Alexandre Curi, presidente da Assembleia Legislativa do Paraná.

Somada ao encontro, dias atrás, com o senador Sergio Moro, a nova legenda acena para os três potenciais candidatos na corrida pelo governo do Estado em 2026.

Por aqui, a federação será comandada por Fernando Francischini que já começou a se aquecer para a disputa em 2026. “É uma honra para mim presidir a Federação no Paraná. Precisamos fortalecer candidatos em 2026 que tenham experiência e, acima de tudo, vontade de lutar pela democracia no Brasil. Vivemos um momento delicado, onde o Congresso Nacional está precisando de profissionais de resultado”, afirmou.

O plano inicial é disputar uma cadeira de deputado federal, mas dependendo da conjuntura política a ideia pode ser revista. Ricardo Franco, do PRD, fica com a vice-presidência e também vai em busca de uma cadeira na Câmara Federal.

Com uma bancada de 10 deputados federais e um governador, a federação vai dispor de pouco mais de R$ 200 milhões de fundo partidário e cerca de um minuto de tempo de televisão. A federação, na passagem por Curitiba, acenou para os três potenciais candidatos.

Um dos critérios que será usado para decidir que caminho tomar em 26 é a ajuda na formação de chapa. O foco é eleger federais para superar a cláusula de barreira. É sabido, porém, que numa aliança com o PSD de Ratinho, a federação Solidariedade/PRD seria apenas mais um partido na sopa de letrinhas.

Na outra ponta, haveria mais espaço numa eventual candidatura de Sergio Moro pelo União Brasil — já que o Palácio Iguaçu tem jogado pesado para formar um amplo leque de apoios.

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