4 dos 6 deputados do PT na Alep vão disputar para federal em 26

Os atuais deputados estaduais Dr. Antenor e Professor Lemos vão buscar renovar o mandato na Assembleia Legislativa na eleição

Mais da metade dos deputados estaduais do PT vão disputar uma cadeira na Câmara Federal na eleição que se avizinha. 4 dos atuais 6 petistas vão tentar fazer o upgrade e apenas dois, Dr. Antenor e Professor Lemos vão buscar renovar o mandato na Assembleia Legislativa.

A última a decidir disputar uma vaga na Câmara Federal foi a deputada Ana Júlia. Ela esteve nesta quinta-feira (26) em Brasília e se reuniu com o presidente Lula. Saiu do encontro com a decisão tomada.

“Estive hoje com o Presidente Lula, no Palácio do Alvorada. Conversamos sobre os desafios e tarefas de 2026. Com muita honra, saio dessa conversa com uma missão: sou pré-candidata a deputada federal”.

Ela se junta aos colegas de bancada, Luciana Rafagnin, que está no sexto mandado, Renato Freitas e Arilson Chiorato, que preside o PT do Paraná. Chiorato teve uma conversa com Lula por telefone antes do Carnaval e, imediatamente, aceitou o desafio.

Renato Freitas, apesar do desejo, enfrenta processos no Conselho de Ética que podem levar até a cassação do mandato — que o deixaria inelegível.

Quem também vai disputar uma cadeira na Câmara Federal é o ex-deputado federal André Vargas que articula a campanha para voltar a Brasília.

Com tantos estaduais tentando o upgrade, diminuindo, em tese, a concorrência, tem muito vereador de olho na oportunidade de chegar a Assembleia Legislativa. Mário Verri, vereador da cidade de Maringá por seis mandatos, por exemplo, é uma das apostas do PT do Paraná. Ele é irmão do diretor da Itaipu Binacional, Ênio Verri.

A expectativa do PT do Paraná é fazer uma bancada em Brasília com até sete deputados — hoje são cinco: Gleisi Hoffmann, Carol Dartora, Elton Welter, que assumiu após Ênio Verri renunciar para assumir a binacional, Tadeu Veneri e Zeca Dirceu. Destes, apenas Gleisi não vai à reeleição.

Ela vai disputar uma vaga ao Senado a pedido de Lula dentro de uma estratégia do presidente para fortalecer o partido na Câmara Alta e evitar que a direita aumente ainda o número de representantes.

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